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Ke$ha conta como Vendeu Sua Alma ao Diabo em Nova Música


Uma nova música que vazou na Internet da cantora pop Ke$ha, "Dancing With the Devil", alegrou seus fãs, mas ao mesmo tempo revelou uma triste canção, pois a letra é altamente sinistra e assustadora; ela ainda corrobora com a maioria dos assuntos descritos neste site até agora. A letra de "Dancing With the Devil" (Dançando com o diabo) fala da relação conflituosa da cantora com alguma entidade possessiva e maligna, com a qual ela tem um pacto que não pode mais quebrar.  Embora a letra permita outras conotações, ela vai ao encontro de diversos depoimentos de artistas da indústria da música que declararam "vender suas almas ao diabo", como visto neste site (veja o da ex-Pussycat Dolls, Nicole Scherzinger). Já está se tornando notável que cada vez mais e mais artistas estão fazendo referências ao "vender ao alma ao diabo".

A música "Dancing With the Devil" foi originalmente escrita para o álbum "Warrior", mas não entrou na versão final do álbum. A letra da música é bastante pesada para uma canção pop teen, talvez tenha sido este o motivo pelo qual a música não fez parte do disco. No ano passado, Ke$ha já havia "escandalizado" o mundo da música com uma chuva de simbolismo Illuminati, além da glorificação da morte e sacrifícios ritualísticos, no clipe da música "Die Young", como visto no artigo O Simbolismo Illuminati em Ke$ha "Die Young" e Como Ele Ridiculariza as Massas Doutrinadas. Se a expressão "vender a alma ao diabo" está sendo usada de forma literal ou não, ela pelo menos deixa claro que para fazer parte da indústria você precisa fazer coisas contra sua própria vontade, que existem pessoas doentes dentro dela, capazes de qualquer coisa por dinheiro e sucesso; ainda, que você terá que vender a cultura da Elite e promover seu simbolismo satânicos e participar de rituais ocultistas.  A própria Ke$ha contou, no ano passado, que foiforçada a cantar a música "Die Young"; o que mais ela já não foi forçada a fazer?

Dessa forma, conhecendo a natureza da indústria da música, visto outros depoimentos e observados os símbolos satânicos e Illuminati no trabalho de Ke$ha, não tem porque não acreditar que a artista tenha escrito a música abaixo de maneira bastaaaaaaaaaante literal:


DANÇANDO COM O DIABO

Eu continuo dançando com o diabo
Eu continuo dançando com o diabo
Eu vendi minha alma à morte 
e ao glamour
E não há como voltar atrás
Eu continuo dançando com o diabo

Você e eu fizemos um acordo
Eu era jovem e a merda se tornou real
Espancada desde o inferno e de volta

Seu amor é feito de ouro sujo
Mas eu sou a única que é muito mais
Então vá em frente e pegue minha mão

(Refrão)
Eu continuo dançando com o diabo
Eu continuo dançando com o diabo
Eu vendi minha alma à morte 
e ao glamour
E não há como voltar atrás
Eu continuo dançando com o diabo

Eu não posso fugir do meu passado sujo
Eu cometi erros, eu fiz uma bagunça
Eu sei que você gosta de me ver chorar

Então, eu sou tua até o fim
Eu irei mantê-lo, eu nunca irei escutar
Então eu vou dançar até morrer

(Refrão)
Eu continuo dançando com o diabo
Eu continuo dançando com o diabo
Eu vendi minha alma à morte 
e ao glamour
E não há como voltar atrás
Eu continuo dançando com o diabo

Ele tem minha mente
Ele tem a minha alma
Ele não vai me deixar ir

(Refrão)
Eu continuo dançando com o diabo
Eu continuo dançando com o diabo
Eu vendi minha alma à morte e ao 
glamour
E não há como voltar atrás
Eu continuo dançando com o diabo


A arte adora denunciar a verdade, para os ouvidos que quiserem ouvir.

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O Que Deve Ser Evitado na Música da igreja



“Os que fazem do canto uma parte do culto divino, devem escolher hinos com música apropriada para a ocasião, não notas de funeral porém melodias alegres e todavia solenes. A voz pode e deve ser modulada, suavizada e dominada.” — Evangelismo, 508.


Vozes estridentes

A música forma uma parte do culto de Deus nas cortes do alto. Devemos esforçar-nos em nossos cânticos de louvor, por aproximar-nos o mais possível da harmonia dos coros celestiais. Tenho ficado muitas vezes incomodada ao ouvir vozes não afinadas, buscando os tons mais elevados, literalmente guinchando as palavras sagradas de algum hino de louvor. Quão impróprias essas vozes agudas, estridentes, para o solene e jubiloso culto de Deus! Desejo tapar os ouvidos, ou fugir do lugar, e regozijo-me ao findar o penoso exercício.

Os que fazem do canto uma parte do culto divino, devem escolher hinos com música apropriada para a ocasião, não notas de funeral, porém melodias alegres e todavia solenes. A voz pode e deve ser modulada, suavizada e dominada. — Evangelismo, 507,

Linguagem confusa ou dissonância

Vi que todos devem cantar com o espírito e também com entendimento. 1 Coríntios 14:15. Deus não Se agrada de barulho e desarmonia. O certo Lhe é sempre mais aprazível que o errado. E quanto mais perto puder chegar o povo de Deus do canto correto, harmonioso, tanto mais será Ele glorificado, a igreja beneficiada e os incrédulos impressionados favoravelmente. — Testemunhos para a Igreja 1:146.

Exibição

Não se deve contratar músicos mundanos, se é possível evitar. Que sejam reunidos cantores que cantem com o espírito e com o entendimento também. A exibição extraordinária, muitas vezes feita, pode acarretar desnecessária despesa, que os irmãos não devem ser solicitados a pagar; além de descobrir, depois de pouco tempo, que os descrentes não vão querer dar dinheiro para cobrir essas despesas. — Evangelismo, 509.

O Poder da Música


Por Michelson Borges, jornalista e mestre em teologia


Fonte: criacionismo.com.br

A música tem realmente o poder que alguns lhe atribuem? O rock e estilos assemelhados podem ser usados como música sacra? A bateria é um instrumento musical apropriado para o louvor a Deus? O que dizer do exagero nos melismas? Quais os conselhos divinos para o louvor mais apropriado?

Quando era adolescente, no fim dos anos 1980 e começo dos anos 1990, eu apreciava o chamado rock progressivo, estilo de rock que surgiu no fim da década de 1960, na Inglaterra. Mas minha preferência musical era, de fato, o rock brasileiro dos anos 1980. Minhas bandas prediletas eram Legião Urbana, Engenheiros do Hawaii, Paralamas do Sucesso, Capital Inicial, entre outras. Vivia de rádio ligado (os CDs ainda não estavam popularizados) à espera de canções que diziam coisas como estas:
“Nós não precisamos saber pra onde vamos, nós só precisamos ir. Sem motivos, nem objetivos, estamos vivos e isso é tudo” (Engenheiros do Hawaii).
“Se lembra quando a gente chegou um dia a acreditar que tudo era pra sempre, sem saber que o pra sempre sempre acaba” (Legião Urbana).
“Quando tá escuro e ninguém te ouve, quando chega a noite e você pode chorar, há uma luz no túnel dos desesperados, há um cais de porto pra quem precisa chegar. Eu tô na lanterna dos afogados, eu tô te esperando, vê se não vai demorar” (Paralamas do Sucesso).
“O tempo não passa quando falo sozinho. Ninguém sabe onde estou nem pra onde eu vou; mas se tudo der errado, eu quero estar do seu lado dançando à beira do precipício” (Capital Inicial).

Qual era o efeito de tudo isso? A sensação de depressão, inconformismo e desesperança. Pelo menos era o que eu sentia. Uma das músicas, “Faroeste Caboclo”, conta a história de uma vida trágica, tem nove minutos de duração e eu sabia de memória (creio que ainda consigo me lembrar de quase toda, se quiser).
A música mexe com os sentimentos e ajuda a fixar ideias, conceitos. Talvez por isso Andrew Fletcher, estadista escocês do século 18, tenha escrito: “Deixe-me escrever as canções de uma nação e não vou me preocupar com quem escreve as suas leis.”

Por que mudei de “estação”?


Eu já estava cursando jornalismo na Universidade Federal de Santa Catarina e era recém-batizado na Igreja Adventista do Sétimo Dia, quando, certo dia, no ano de 1992, voltei cansado das aulas e resolvi ligar o rádio para relaxar. O apartamento-república estava vazio e aumentei o volume. Era uma dessas rádios FMs populares. Como nunca antes, comecei a ouvir atentamente o que o locutor dizia e a prestar atenção nas letras das músicas. De repente, me dei conta do quanto aquilo tudo era vazio e fútil. Desliguei o rádio e fui ler. Pouco tempo depois, me deparei com este texto inspirado:

“Voam anjos em torno de uma habitação além. Jovens estão ali reunidos; ouvem-se sons de música vocal e instrumental. Cristãos acham-se reunidos nessa casa; mas que é que ouvem? Uma canção, uma frívola cantiga, própria para o salão de baile. Veja, os puros anjos recolhem para si a luz, e os que se acham naquela habitação são envolvidos pelas trevas. Os anjos afastam-se da cena. Têm a tristeza no semblante” (Ellen G. White, Mensagens aos Jovens, p. 295).

O texto realmente me impressionou. Parecia a descrição exata das músicas que eu ainda gostava de ouvir (próprias para o salão de baile; para as discotecas, como a gente chamava naquele tempo). Daquele dia em diante, nunca mais ouvi essas canções. Não queria fazê-lo sem a companhia dos anjos. E Deus mudou meu gosto e minhas preferências musicais.

Quem Está Frio: O Louvor ou O Cantor?

Quantas vezes você já disse que os momentos de adoração musical na sua igreja têm uma temperatura que varia entre morno e frio? E quantas vezes você ouviu uma resposta rápida lhe dizendo que isso é “só falta de Jesus no coração do povo”?
De uma forma geral, a adoração precisa ser mais calorosa? Sim. O povo vai à igreja sem espírito de adoração? Também. Aliás, eleger a mornidão da adoração e da comunhão pessoal como únicas responsáveis nos leva a um beco sem saída: a adoração é fria por causa do povo ou o povo é frio por causa da música?
Respondo: nem a rigidez do serviço de louvor nem a frieza espiritual da congregação são “culpados” isoladamente por essa situação.
Mas a adoração pode estar sem vigor na sua igreja por causa da forma como o louvor está sendo conduzido.
Muitas vezes, as igrejas têm tentado tapar o sol da desorganização com a peneira do serviço de “cânticos”. E aí é um tal de “enquanto o culto não começa, vamos cantar o hino …”. É verdade que, às vezes, há uma emergência: o pregador não chegou a tempo, contaram errado o número de cadeiras na plataforma, a porta que dá acesso à plataforma emperrou,… Mas se todo culto tem uma emergência, das duas, uma: ou acabam com a emergência ou a emergência acaba com o culto.
As músicas escolhidas para a adoração coletiva da congregação às vezes são inadequadas. Estou falando tanto de hinos quanto de canções modernas. Pense nisso com sinceridade: por que tantos hinos do hinário ou da harpa não entusiasmam mais uma boa parcela da congregação? Você acha mesmo que é falta de comunhão do povo? De outro lado, será que algumas canções contemporâneas não estão inibindo o louvor porque falam um idioma litúrgico diferente?
Não precisamos abolir o hinário das igrejas. Embora nós o tenhamos abolido das mãos, já que o telão anda cumprindo o papel de “karaokê sacro”. Nossa época não é melhor do que outras épocas em nível de composição (se a nossa não for a pior).
No entanto, porque também não inserir junto com os tradicionais e belos hinos, uma música de um quarteto ou de um coral/grupo/solista? O regente pode levar um quarteto ou alguns solistas para cantar uma estrofe de uma música conhecida e apreciada pela maioria e depois dirigir a congregação a cantar o refrão. Muitas músicas do hinário apareceram primeiro na voz de cantores e grupos vocais. Hoje, isso pode ser feito com algumas músicas que reflitam a teologia da igreja também.
Nos momentos de adoração congregacional, o regente precisa escolher o repertório adequadamente. Não é hora de ensinar um hino pouco cantado. Se ele é pouco cantado, pode ser que ele seja pouco preferido.
Hinos vibrantes e outros solenes, alguns alegres e outros mais reverentes.O regente congregacional precisa pensar no que é melhor para a coletividade e não para a individualidade. E dependendo do repertório escolhido, um regente pode auxiliar na criação de uma atmosfera sadia de adoração e contentamento, mas também pode desanimar e constranger uma congregação.
Buscando soluções para melhorar o louvor da sua igreja? Sinto dizer que não existem soluções mágicas. O regente pode levar um repertório da maior excelência e apreciação do povo, mas se as pessoas não suspirarem por Deus como a corça suspira pelas correntes de águas, não há adoração. A música pode ser a mais contemporânea, mas se eu não me alegrar quando me dizem “Vamos a casa do Senhor”, não há adoração. O hino pode ser o mais tradicional, mas se eu não celebrar com júbilo nem servir com alegria, não há adoração.
Nosso louvor não existe para que Deus nos ame. Nós O louvamos porque Ele nos amou primeiro. Nossa adoração não serve para mostrarmos que somos bons. Nós O adoramos porque Ele é bom e a Sua misericórdia dura para sempre.

Joêzer Mendonça

Tunt Tunt Tunt: música alta faz as pessoas beberem muito mais

Uma equipe de pesquisadores ingleses descobriu que música alta faz com que o cérebro ache o gosto do álcool mais doce, o que por sua vez faz com que as pessoas em bares e baladas bebam mais.
O psicólogo Lorenzo Stafford e sua equipe reuniram 80 indivíduos, e os dividiram em diferentes ambientes, alguns com muita distração e outros com nenhuma distração (desde música com volume muito alto a ler uma reportagem).
Os participantes foram então estimulados a beber álcool e classificar o sabor das bebidas em doçura, teor alcoólico e amargor.
Os cientistas descobriram que os participantes classificaram as bebidas como mais doces quando estavam distraídos por música alta.
Segundo o Dr. Stafford, as pessoas naturalmente preferem alimentos doces, e a diferença de doçura do álcool percebida pelos participantes quando eles estavam distraídos pela música alta versus qualquer outra coisa foi significativa o suficiente para concluir que a música alta tocada em clubes e bares pode realmente incentivar as pessoas a beber muito mais do que beberiam normalmente.
Além disso, os frequentadores de balada podem não ter consciência da força da sua bebida enquanto as batidas altíssimas insistentemente danificam seus tímpanos.
E ainda podemos fazer uma reflexão sobre a reação que a música alta pode causar: se a música estimula o consumo excessivo de álcool, e o consumo excessivo de álcool aumenta as chances de sexo irresponsável, o sexo irresponsável leva a mais disseminação de DSTs, então quem sabe os DJs do mundo inteiro estão disseminando gonorréia por aí… Muitos perigos envolvidos, não?

Leia ++ sobre o poder da música em nosso cérebro

Lady Gaga RECEBEU ESPÍRITO para compor “Born This Way”

Lady Gaga diz que “Born This Way”, seu hit mais recente, foi composta pelo estilista britânico Alexander McQueen. Segundo a cantora, ele teria entrado em seu corpo para escrever a canção. McQueen cometeu suicídio em 11 de fevereiro de 2010, antes de a música ter sido feita.

Iveline - Salmo 139

O Sonho de Deus - Iveline

Iveline - Dá me o teu coração - Clipe Oficial 2011

O cérebro prefere música clássica

Dizer “esta música é muito boa” ou “nossa! Que música horrível” é muito comum. Todos têm seus gostos particulares e rejeitam artistas e bandas que fogem das preferências pessoais. Mas, uma pesquisa publicada no periódico científico BMC Research Notes revela que talvez haja um padrão. Segundo o artigo, as pessoas tendem a gostar das músicas que soam “complexas” aos ouvidos, mas que são “decifráveis e armazenadas” pelo cérebro, como as composições eruditas.

O autor do estudo, Nicholas Hudson, biólogo da Australian Commonwealth Scientific and Industrial Research Organization, disse que o cérebro comprime a informação musical como um software de computador faz com um arquivo de áudio: ele identifica padrões e remove dados desnecessários ou redundantes. A música clássica, por exemplo, pode parecer complexa para quem ouve, mas o cérebro consegue encontrar padrões para o trabalho de compressão. Pouca coisa é descartada. Hudson usou programas de compressão de músicas para imitar como o cérebro age e usou músicas que já haviam sido analisadas em um estudo de 2009 que mediu como 26 voluntários curtiam músicas de diferentes gêneros musicais como clássico, jazz, pop, folk, eletrônica, rock, punk, techno e tango.

Entre as músicas que o biólogo escolheu, “I should be so Lucky” da Kylie Minogue foi comprimida a 69,5% de seu tamanho original; “White Wedding” do Billy Idol foi diminuída a 68,5%; e a Terceira Sinfonia do Beethoven foi reduzida a 40,6% do seu tamanho inicial. O cérebro, como o software encontraram mais padrões na música do compositor alemão. Com as outras músicas, ele teve pouco trabalho de compressão, pois o resto foi “jogado fora”. Fazendo uma comparação, as músicas mais “comprimíveis” foram aquelas escolhidas como as mais agradáveis no estudo de 2009.

Mas, porque nosso cérebro gosta mais das músicas que o fazem trabalhar mais para comprimi-las? “É da nossa natureza sentir mais satisfação ao atingir uma meta quando a tarefa é mais difícil. As coisas fáceis trazem um prazer superficial. As músicas mais simples, com poucos padrões de compressão, rapidamente ficam irritantes e deixam de ser estimulantes”, disse Hudson. Esta é uma explicação para aquela sensação de enjoar rapidamente de uma música. O teste também incluía barulhos aleatórios que só puderam ser comprimidos a 86%. O resultado foi que estes sons causaram indiferença e tédio nas pessoas.

Já foi dito que música clássica ajuda a memória, ajuda o foco nos estudos e pode até deixar as pessoas mais inteligentes. Este é mais um estudo que comprova a qualidade da música clássica, mas, como diz o ditado: gosto não se discute. [LifesLittleMysteries]

HypeScience
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