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Masturbação é Pecado?

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Coca-cola nacional tem 66 vezes mais chance de provocar câncer

Um estudo divulgado nessa terça-feira [26] pelo Center for Science in the Public Interest (CSPI), uma organização norte-americana da área de nutrição e segurança alimentar, voltou a colocar a Coca-Cola na berlinda. O estudo mostrou que o refrigerante fabricado no Brasil tem 66 vezes mais substância suspeita de ser cancerígena do que a bebida nos Estados Unidos. 

Além do Brasil, a entidade também mostrou que o refrigerante vendido em nove países, pode provocar câncer, devido à presença "alarmante" da substância 4-MEI, um subproduto do chamado caramelo 4, que dá a pigmentação às bebidas. A substância foi incluída em uma lista de agentes cancerígenos depois que pesquisa do Programa Nacional de Toxicologia dos Estados Unidos indicou a conexão entre o 4-MEI e o desenvolvimento de câncer em ratos.

A situação só é diferente no estado da Califórnia, onde a substância química praticamente foi eliminada. Segundo o CSPI, amostras da Califórnia examinadas recentemente mostravam apenas 4 microgramas de 4-MI por lata da bebida. O estado agora exige um alerta no rótulo de um alimento ou bebida se houver a chance de o consumidor ingerir mais de 30 microgramas por dia. Nas amostras brasileiras, havia 267 microgramas de 4-MI por lata. Já na Coca-Cola do Quênia, foram registrados 177 microgramas e 145 microgramas em amostras adquiridas em Washington.

Em resposta ao estudo, a Coca-Cola voltou a afirmar que a companhia já determinou aos fornecedores de corante caramelo que modifiquem o processo de fabricação do produto. A Coca-Cola também afirmou que a empresa tomou a iniciativa, apesar de acreditar que não há risco para a saúde pública que justifique a alteração na composição do refrigerante.


Fonte: Estado de Minas

IMBECILIDADES

Texto escrito pelo Pastor André Silva no blog "Evangelho ao seu alcance"
Quando era garoto sempre quis ser “descolado”. Me esforçava para ter roupas e acessórios ditos “legais”. A coisa é tão estranha que, aos doze anos, fui o primeiro da minha turma a furar a orelha. Nesse caminho descobri que os músicos eram os mais “descolados” da sociedade, por isso, me dediquei a música. Aprendi vários instrumentos que foram da bateria ao piano.

Lembro do ano de 1995. Usava brinco de argola prateado, calças jeans surradas, camiseta preta e um bom tênis. Nas minhas mãos uma guitarra Ibanez, na minha frente um microfone Shure. Agora eu era guitarrista e vocalista de uma banda de rock. Junto com dois amigos Dú (baixista) e o Joãozinho (Baterista) formávamos a banda Contra Tempo. Ah, nós éramos, com certeza, os caras mais descolados da cidade.

Quase sempre estávamos tocando, ora em nossa cidade, ora em outras cidades. Conheci muita gente, muitos lugares, mas o que mais me impressionou foi o estilo de vida dessas pessoas. Quase todas bebiam, fumavam, usavam drogas e ai vai a lista. Mas, era justamente aí que eu não era “descolado”. Nunca ingeri bebidas alcoólicas, jamais pus um cigarro na boca, e, drogas nem morto. Meu “lance” de ser descolado tinha um limite. Para mim era usar roupas diferentes e tocar meu rock’n roll.

Com o tempo descobri que eu era um grande imbecil. Queria mostrar o que não era, e me preocupava mais com que os outros pensavam a meu respeito em detrimento ao que Deus pensava. No entanto, de forma fantástica, Deus me alcançou e me converti (contarei em outro momento essa história).

Escrevi tudo isso para chegar num ponto. Ontem, estava no supermercado com minha esposa. Quando chegamos ao caixa havia dois jovens a nossa frente. Eles estavam passando sua compras, a maioria delas eram bebidas alcoólicas. Fiquei parado pensando: “que imbecilidade é essa? Como pode, alguém jovem, passar o feriado ingerindo um líquido que deve ser muito ruim no sabor (me pauto pela careta que eles fazem ao ingeri-lo) e que, no mínimo, vai deixá-lo alienado do mundo, além de destruir alguns neurônios, detonar fígado, esôfago, entre outros?! A única resposta que tenho é: “esse é mais um imbecil descolado”.

Que contradição, a geração mais revolucionária, a geração que mais se preocupa em não poluir o meio ambiente, não está nem aí em poluir seu próprio corpo e sua mente. Uma geração que se perde tentando se encontrar. E, o pior, tudo isso está no contexto do grande conflito, e os descolados nem perceberam. O diabo está conseguindo fazer com que mais uma geração se perca. Assim, Cristo demora mais para voltar e nós ficamos aqui vivendo na era dos imbecis e nos “imbecilizando”.

O pior é que não estou apenas falando para os que não são cristão. Quantos conheceram a verdade e a deixaram para ser descolados? Que imbecilidade! A pior loucura de um homem é deixar as mãos de Deus, mas a mais imbecil e troca-lo por alguns goles, tragos e sexo barato.

Não seja um imbecil, não seja fruto do meio. Seja alguém que “não se compre nem se venda; que no íntimo da alma seja verdadeiro e honesto; que não tema chamar o pecado pelo seu nome exato; cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao pólo; que permaneça firme pelo que é reto, ainda que caiam os céus” (EGW, Educação, 56, 57.

Espero que você reflita um pouco e mude sendo firme no que é correto, e não como um imbecil que é “fraco de espírito; que revela tolice ou fraqueza; covarde, pusilânime” (definição de imbecil segundo dicionário Michaelis). A escolha é sua!



Um cristão deveria vender bebidas alcoólicas e cigarros?

Navegando no site do programa da TV Novo Tempo "Na Mira da Verdade", encontrei uma pergunta muito interessante e quero dividir a resposta com você.
Veja abaixo:

Quem trabalha com produtos como cigarro, cerveja, etc., está pecando? Um pastor da igreja quadrangular me disse que não é errado, pois, a pessoa só esta fazendo o seu serviço. Isso procede? Ao meu entender vejo que é pecado, mas, gostaria da sua explicação…

Há fortes princípios bíblicos que nos mostram ser pecado a venda de cigarros, cervejas e outras bebidas alcoólicas:

1) O princípio de 1 Coríntios 3:16, 17: “Não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá; porque o santuário de Deus, que sois vós, é sagrado.” (Conferir 1Co 6:19-20).

O corpo humano é o santuário, morada do Espírito Santo (a Terceira Pessoa da Trindade). Sendo o cristão chamado a ser “sal da terra” e “luz do mundo” (Mt 5:13, 14), ele não pode contribuir, através de um falso testemunho, com a propagação de substâncias que destruam a saúde das outras pessoas!

O apóstolo Paulo afirma claramente que, quem destruir o corpo (inclusive o corpo dos outros), será destruído, pois, o aspecto físico é sagrado.

2) O princípio de Êxodo 20:13: “Não matarás.”

A ingestão de álcool e o tragar cigarros mata. Dessa maneira, quem vende tais produtos (e também trafica drogas) está, de certo modo, “matando” outras pessoas e terá de dar contas a Deus por isso (Rm 14:12; Ap 22:15).

3) O princípio de Mateus 7:12: “Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; porque esta é a Lei e os Profetas.”

Da mesma forma que um cristão não gostaria que alguém vendesse bebidas e cigarros para um filho seu, por exemplo, não deve vender para os filhos dos outros!

4) O princípio de Habacuque 2:15: “Ai daquele que dá de beber ao seu companheiro, misturando à bebida o seu furor, e que o embebeda para lhe contemplar as vergonhas!”

É proferido um “ai” sobre aquele que dá de beber a outras pessoas. E não poderia ser diferente, pois, a pessoa está contribuindo com os planos de satanás de destruir a saúde humana e acabar com as famílias, pervertendo assim ainda mais a sociedade.

Esses são alguns princípios que nos ensinam ser proibida por Deus a comercialização de fumo e bebidas alcoólicas.

Malefícios do Refrigerante

Bebidas de maior consumo no mundo, depois da água, refrigerantes aumentam o risco de doenças como obesidade, diabetes, gastrite e câncer de esôfago.
Por causa das diversas substâncias químicas que entram em sua composição, os refrigerantes são prejudiciais à saúde se bebidos com freqüência. É o que diz Marilane Dionísio, coordenadora de nutrição do Hospital Barra D’Or, no Rio de Janeiro. “Na composição dos refrigerantes, estão conservantes, acidulantes, antioxidantes, corantes, estabilizantes, umectantes, aromatizantes, entre outras substâncias não saudáveis se ingeridas com excesso”, explica.
Os refrigerantes ganham cada vez mais adeptos em todo o mundo, principalmente entre crianças e adolescentes, em que os níveis de obesidade deram um salto nos últimos tempos. Em média, cada brasileiro ingere 35 litros da bebida ao ano. Nos EUA, o consumo cresceu mais de 450% nos últimos 50 anos.

Pesquisas recentes revelam que o refrigerante não dietético aumenta em 80% o risco de diabetes. De acordo com estes estudos, o risco de desenvolver a doença chega a quase dobrar nas pessoas que consomem este tipo de bebida pelo menos uma vez por dia. Os refrigerantes também aumentam os riscos de câncer no esôfago. “Eles incham o estômago e causam refluxo gástrico, o que está associado com o câncer de esôfago”, explica a Drª Marilane.

Os malefícios do consumo exagerado de refrigerantes não param por aí. A bebida agrava quadros de gastrite e flatulência (gases), além de aumentar os níveis de colesterol. É responsável também por uma maior incidência de cáries – dependendo da sensibilidade e predisposição de cada indivíduo – e erosão dental, processo caracterizado pela perda do tecido duro da superfície dos dentes.

Outra preocupação dos especialistas é que o consumo excessivo de refrigerantes tem deixado em segundo plano bebidas saudáveis como a água, sucos naturais, água de coco e leite. “Beber refrigerantes com freqüência só faz aumentar o consumo de calorias inúteis, que não acrescentam nenhum nutriente ao organismo. São as chamadas calorias vazias. Em média, um litro de refrigerante tem cerca de 400 calorias, que poderiam ser obtidas por meio de alimentos bem mais saudáveis”, diz a nutricionista.

Super-heroínas fazem exame de câncer de mama

As super-heroínas dos quadrinhos também entraram na campanha contra o câncer de mama. A Mulher-Maravilha, Mulher-Gato, Tempestade e a Mulher-Hulk foram “fotografadas” fazendo o autoexame. As imagens são da nova campanha da Associação da Luta Contra o Câncer (ALCC) em Moçambique. “Ninguém é imune ao câncer de mama. Quando falamos sobre câncer de mama, não existe diferença entre mulheres e supermulheres. Todas devem fazer o autoexame mensalmente. Lute com a gente contra esse inimigo e, quando ficar em dúvida, fale com o seu médico”, diz o pequeno texto que acompanha a imagem. A Mulher Invisível é única que ainda não foi vista aderindo à causa. (Criacionismo)










O uso de celulares e o desenvolvimento de câncer


Pela primeira vez desde que estudos começaram a ser feitos, a Organização Mundial da Saúde alertou no dia 31 de maio de 2011 para a existência de uma relação entre o uso de celulares e o desenvolvimento de câncer. A agência agora classifica o uso dos aparelhos na categoria de potencial cancerígeno, a mesma para chumbo e clorofórmio.
Antes do anúncio, a OMS chegou a garantir aos consumidores que nenhum aviso de risco à saúde havia sido estabelecido. Mas uma equipe de 31 cientistas de 14 países tomou a decisão de revisar estudos sobre segurança dos celulares. O grupo descobriu evidências suficientes para classificar a exposição pessoal como "possivelmente cancerígena para humanos".

Isso significa que, até agora, não há pesquisas suficientes para esclarecer se a radiação de celulares é segura, mas há dados o bastante mostrando uma possível relação à qual os consumidores deveriam ficar atentos.

- O maior problema que nós temos é que sabemos que fatores ambientais precisam de décadas de exposição até realmente vermos as consequências - disse à CNN Keith Black, neurologista chefe do Cedars-Sinai Medical Center, em Los Angeles, nos Estados Unidos.

O tipo de radiação emitida por um celular é chamada não ionizante. Não é como um aparelho de Raio-X, mas se parece mais com um forno microondas de muito baixa potência.

- O que as microondas de radiação fazem, nos termos mais simplistas, é parecido com o que acontece com a comida no microondas, só que com o nosso cérebro. Então, além de poder acarretar o desenvolvimento de tumores, elas poderiam causar uma série de outros efeitos, como danificar a função de memória cognitiva, já que os lobos de memória temporal ficam onde seguramos nossos celulares - completa Black.

A Agência Europeia de Meio Ambiente solicitou a realização de novos estudos, afirmando que os celulares podem ser um risco à saúde pública como a fumaça, amianto e gasolina com chumbo. O coordenador de um instituto de pesquisa sobre câncer na Universidade de Pittsburg enviou um memorando a todos os funcionários pedindo a eles que limitassem o uso de celulares, devido ao risco de desenvolver câncer.

Fica o alerta de que o uso prolongado realmente causa danos a saúde.

Mais de 30% dos brasileiros morrem por doenças cardiovasculares

As doenças cardiovasculares (que afetam o coração ou os vasos sanguíneos) são responsáveis por 33% das mortes no Brasil, sendo a principal causa de óbito no país – e grande parte delas poderia ser evitada. A conclusão é de um estudo divulgado nesta quarta-feira (14) pela OMS (Organização Mundial de Saúde).

O relatório aponta o problema das chamadas doenças não transmissíveis, que são muito influenciadas por fatores de risco comportamentais da população, como o fumo, falta de atividade física, consumo de álcool e alimentação pouco saudável. No Brasil, 74% de todas as mortes acontecem por causa desse tipo de doença.

Os dados da OMS mostram, por exemplo, que 14,1% da população fuma cigarros todos os dias e que 48,6% não se exercitam. Além disso, 40% têm pressão alta e 51,7% estão acima do peso ideal. Tudo isso faz com que os nossos índices de mortes por doenças não transmissíveis seja alto.

Na lista dos males não transmissíveis que mais matam os brasileiros, na segunda colocação aparece o câncer, responsável por 16% de todas as mortes. Os dados são de 2008.

De acordo com a OMS, 36 milhões de pessoas morrem de doenças não transmissíveis por ano no mundo, representando 63% do total de mortes. Desses óbitos, 48% são causados por doenças cardiovasculares, 21% por cânceres, 12% por doenças crônicas respiratórias e 3% por diabetes.

Mais de 9 milhões dessas mortes são registradas em pessoas abaixo dos 60 anos e poderiam ter sido prevenidas, diz a OMS.

O principal fator de risco de morte no mundo hoje é a pressão alta, responsável por 13% de todas as mortes, seguida pelo tabagismo (9%), alto nível de glicose no sangue (6%) e falta de atividade física (6%), além de sobrepeso e obesidade (5%).

ESTAMOS COMENDO INSETOS E PORCO SEM SABER





















Estou ministrando uma semana de oração (02-09 de julho) e hoje 03 de julho o tema foi a boa alimentação segundo a lei bíblica.
Falei cheia de razão por julgar não comer carne de porco.
Ao final do culto fui chamada por alguns irmãos que me trouxeram algumas informações importantes: "Eu estou comendo insetos e carne de porco" sem saber (claro).
Chegando em casa, fomos logo procurar na internet sobre este assunto (cochonilha ou corante de carmim)... Descobrimos que a bolacha recheada (morango) tem este corante. Tínhamos um pacote no armário e logo nos desfizemos dela.
Descobrimos muitas coisas. Uma delas quero dividir com você. Basta clicar aqui!
Sei que você pode achar isso tudo uma grande bobagem, este é um direito seu. Mas gostaria que lembrasse que estamos aqui de passagem, somente para nos prepararmos para a vida eterna. E se Deus nos pede para cuidarmos do corpo (Templo do Espírito Santo) por que temos que ser desobedientes?
Oro a Deus pela sua saúde!!!

Isabela de Souza

Fumar Maconha Emburrece

Um recente estudo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) acaba de ratificar o que já havia sido objeto de pesquisa em outros países: o hábito de fumar maconha frequentemente, mesmo que em pouca quantidade, pode danificar seriamente a área do cérebro responsável pela memória. Por sua vez, [...] a chamada “corrente progressista” - são cerca de 190 milhões de usuários no mundo segundo a ONU - que luta pela legalização do cultivo, venda e consumo da maconha, acaba de sofrer um duro golpe. Nos EUA, a Califórnia, primeiro estado a oficializar o uso medicinal da cannabis em 1996, rejeitou, em referendo popular, tal proposta. Mesmo para uso medicinal o uso da maconha foi ainda rejeitado, pela corrente de conservadores, nos estados de Oregon e Dakota do Sul. Medida de bom senso contra uma droga, com seu componente psicoativo (tetrahidrocannabinol - THC), cada vez mais potente hoje - vide a maconha hidropônica - que nada tem de tão recreativo assim. (Leia Mais...)

O cérebro prefere música clássica

Dizer “esta música é muito boa” ou “nossa! Que música horrível” é muito comum. Todos têm seus gostos particulares e rejeitam artistas e bandas que fogem das preferências pessoais. Mas, uma pesquisa publicada no periódico científico BMC Research Notes revela que talvez haja um padrão. Segundo o artigo, as pessoas tendem a gostar das músicas que soam “complexas” aos ouvidos, mas que são “decifráveis e armazenadas” pelo cérebro, como as composições eruditas.

O autor do estudo, Nicholas Hudson, biólogo da Australian Commonwealth Scientific and Industrial Research Organization, disse que o cérebro comprime a informação musical como um software de computador faz com um arquivo de áudio: ele identifica padrões e remove dados desnecessários ou redundantes. A música clássica, por exemplo, pode parecer complexa para quem ouve, mas o cérebro consegue encontrar padrões para o trabalho de compressão. Pouca coisa é descartada. Hudson usou programas de compressão de músicas para imitar como o cérebro age e usou músicas que já haviam sido analisadas em um estudo de 2009 que mediu como 26 voluntários curtiam músicas de diferentes gêneros musicais como clássico, jazz, pop, folk, eletrônica, rock, punk, techno e tango.

Entre as músicas que o biólogo escolheu, “I should be so Lucky” da Kylie Minogue foi comprimida a 69,5% de seu tamanho original; “White Wedding” do Billy Idol foi diminuída a 68,5%; e a Terceira Sinfonia do Beethoven foi reduzida a 40,6% do seu tamanho inicial. O cérebro, como o software encontraram mais padrões na música do compositor alemão. Com as outras músicas, ele teve pouco trabalho de compressão, pois o resto foi “jogado fora”. Fazendo uma comparação, as músicas mais “comprimíveis” foram aquelas escolhidas como as mais agradáveis no estudo de 2009.

Mas, porque nosso cérebro gosta mais das músicas que o fazem trabalhar mais para comprimi-las? “É da nossa natureza sentir mais satisfação ao atingir uma meta quando a tarefa é mais difícil. As coisas fáceis trazem um prazer superficial. As músicas mais simples, com poucos padrões de compressão, rapidamente ficam irritantes e deixam de ser estimulantes”, disse Hudson. Esta é uma explicação para aquela sensação de enjoar rapidamente de uma música. O teste também incluía barulhos aleatórios que só puderam ser comprimidos a 86%. O resultado foi que estes sons causaram indiferença e tédio nas pessoas.

Já foi dito que música clássica ajuda a memória, ajuda o foco nos estudos e pode até deixar as pessoas mais inteligentes. Este é mais um estudo que comprova a qualidade da música clássica, mas, como diz o ditado: gosto não se discute. [LifesLittleMysteries]

HypeScience

Maçã e saúde

Uma maçã pode esconder mais benefícios do que você imagina. Pesquisa recente revelou que a fruta é uma aliada e tanto na na redução dos níveis de "colesterol ruim" em mulheres e ainda um empurrãozinho na luta para perder peso.

TESTE: O que você sabe sobre saúde feminina?

O estudo, financiado pelo Departamento de Agricultura dos EUA, foi realizado com cerca de 160 mulheres, com idade entre 45 e 65 anos. Submetidas a uma dieta com 75g de maçãs desidratadas por dia, durante seis meses, elas diminuíram em um quarto o nível de LDL, colesterol responsável pelo entupimento das artérias.

Os níveis de outros compostos ligados a doenças cardíacas e derrames também caíram e a taxa de HDL, o colesterol bom, subiu cerca de 4%. Além disso, mulheres que consumiam a fruta regularmente perderam em média 1,3 kg. O efeito emagrecedor foi atribuído a um composto que pode suprimir o apetite: a pectina. A substância estimula a quebra de gorduras no sangue e reduz a inflamação nas paredes dos vasos, o que também diminui risco de doenças cardiovasculares.

Para quem quer obter os benefícios da fruta, as 75g desidratadas podem ser substituídas por quatro ou cinco maças por dia.


7 + 7 = 14 dicas para deixar de fumar

1. Se você fuma mas está querendo parar, vá em frente em sua decisão. Ela é inteligente.
2. Saiba desde já que a tarefa, embora difícil, é perfeitamente realizável. Basta querer.
3. Leia o que puder sobre os prejuízos que o cigarro causa a saúde, a fim de reforçar o desejo de abandoná-lo.
4. Procure se convencer de que maiores satisfações lhe resultarão por deixar de fumar do que as que o vício proporciona.
5. Se quiser mesmo abandonar o cigarro, faça-o de uma vez. Anuncie um prazo final e conte isso para os amigos e familiares.
6. Faça alguma coisa que o tire da rotina. Procure manter-se ocupado nos momentos que habitualmente costumava fumar.
7. Escolha uma época boa de sua vida para deixar o cigarro. Férias, por exemplo. Ou qualquer ocasião em que não estiver sob tensão.

Os malefícios da bebida alcóolica

Estudos comprovam que a bebida alcoólica quando consumida moderadamente pode trazer alguns benefícios à saúde, entretanto, quando consumida em excesso, pode trazer diferentes complicações ao indivíduo. Dentre os malefícios que o consumo da bebida alcoólica pode trazer são: vício, cirrose (processo difuso de fibrose e formação de nódulos, e em seguida de necrose hepatocelular), vontade de urinar durante todo o dia, cegueira (quando consumido bebidas provindas do metanol, no organismo transforma a substância em aldeído metanol, o formol que pode levar a óbito), impotência sexual.

Além disso, pode resultar em diferentes situações, como acidentes de trânsito causado pela embriaguez, brigas e grande buraco financeiro graças ao caro valor do vício. A bebida alcoólica de imediato pode causar: sonolência ou agressividade, alteração da memória, agitação, irritabilidade, convulsões, vômito, coma e até mesmo a morte. Já os efeitos a longo prazo do álcool são: arritmia cardíaca (problema na velocidade ou ritmo do batimento cardíaco), perda da sensibilidade dos membros inferiores atrofia dos cérebro, síndrome de abstinência fetal (dependência do álcool desde quando nascem graças a mãe), pancreatite alcoólica, cânceres do sistema digestivo, enfim, existe uma séria de problemas causados pelo consumo excessivo desta droga que mata silenciosamente.

Será que caixas de cerveja, aguardente, enfim, de bebida alcoólica vale todo este sofrimento futuramente? Você pode dizer que é difícil largar este vício, mas não é impossível, espelha-se em pessoas que deixaram de beber para não perder a família ou emprego. Tenha bons pensamentos que com certeza você conseguirá vencer este mal em sua vida.

Refeição em família afasta meninas das drogas

Fazer as refeições em família pode reduzir o risco de as meninas se envolverem com álcool ou drogas, segundo estudo da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos. De acordo com os autores, em famílias que têm pelo menos cinco refeições por semana juntos, as meninas são menos propensas a consumir bebidas alcoólicas e a fumar cigarro comum e maconha até cinco anos mais tarde. A pesquisa avaliou 806 jovens do estado de Minnesota quanto à freqüência das refeições em família e ao uso de drogas, primeiramente no período entre 1998 e 1999, quando tinham 13 anos de idade; e acompanhou as jovens por cinco anos.

Álcool antes dos 15 anos pode encorajar alcoolismo

Pais que permitem que seus filhos experimentem bebidas alcoólicas na esperança de encorajar a moderação do consumo na vida adulta podem estar fazendo mais mal do que bem, de acordo com uma nova pesquisa britânica. O estudo do Instituto Nacional de Abuso do Álcool e Alcoolismo (NIAAA, na sigla em inglês) diz que beber antes dos 15 anos de idade aumenta o risco de um adolescente ingerir bebidas alcoólicas em exagero na vida adulta. Os especialistas afirmam que o cérebro dos adolescentes, em rápido desenvolvimento, fica programado para ligar o álcool ao prazer. A pesquisa indica que, aos sete anos de idade, a maioria das crianças já experimentou bebida alcoólica.

Beber álcool encolhe o cérebro

Quem bebe álcool, mesmo nas menores quantidades, tem um volume cerebral menor do que as pessoas que não bebem, de acordo com um estudo publicado na revista científica Archives of Neurology.
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